Vídeos com LEGO

•08 maio, 2008 • Deixe um comentário

Quem é que nunca viu ou brincou com um desses na vida? Eu lembro que eu passava horas e horas na minha infância (e depois também, a quem eu estou tentando enganar? :P) montando e desmontando carros, barcos, helicópteros, casas, fortes… Enfim, o que quer que fosse que eu pudesse montar com as peças que tinha. Algumas pessoas, no entanto, vão além, e realmente transformam essa brincadeira em uma forma peculiar, mas não menos interessante, de fazer arte.

Creio que alguns de vocês já tenham visto o clipe “Fell In Love With A Girl”, do White Stripes, que foi completamente produzido com pecinhas de Lego e a técnica de stop-motion. Algumas outras pessoas tiveram essa mesma idéia de reunir o stop-motion e os famigerados bloquinhos queridos e recriaram diversas cenas e situações de ícones da nossa cultura pop e dos games, como o Mario, os Simpsons, e vários outros. Descobri alguns vídeos no youtube e estou postando aqui para vocês hoje, espero que gostem!

Super Lego Mario (Level 1)

 

Super Lego Mario (Level 2)

 

Os Simpsons

 

Lego Donkey Kong

 

Lego Harry Potter and the Order of the Phoenix

Tenho certeza de que se vocês fuçarem o youtube um pouco mais, encontrarão vídeos muito mais escabrosos que esses, mas eles foram só um exemplo do que o stop-motion, aliado ao LEGO, pode fazer.

Beijos, e até o próximo encontro!

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O Guia do Mochileiro das Galáxias – Uma amostra

•07 maio, 2008 • 1 Comentário

Então, estava vendo a segunda parte do post sobre “O Guia do Mochileiro das Galáxias”, quando percebi que não tinha colocado aqui nenhuma amostra do brilhante trabalho de Adams. Um incrível erro de minha parte que pretendo retificar agora. Este é o prólogo, ou introdução, do 1º volume do guia, epônimo à série. Este trecho está disponível no site da Editora Sextante, que atualmente tem os direitos de publicação do livro aqui no Brasil.

Boa leitura!

“Muito além, nos confins inexplorados da região mais brega do Braço Ocidental desta Galáxia, há um pequeno sol amarelo e esquecido.

Girando em torno deste sol a uma distância de cerca de 148 milhões de quilômetros, há um planetinha verde-azulado absolutamente insignificante, cujas formas de vida, descendentes de primatas, são tão extraordinariamente primitivas que ainda acham que relógios digitais são uma grande idéia.

Este planeta tem – ou melhor, tinha – o seguinte problema: a maioria de seus habitantes estava quase sempre infeliz. Foram sugeridas muitas soluções para esse problema, mas a maior parte delas dizia respeito basicamente à movimentação de pequenos pedaços de papel colorido com números impressos por cima, o que é curioso, já que no geral não eram os tais pedaços de papel colorido que se sentiam infelizes.

E assim o problema continuava sem solução. Muitas pessoas eram más, e maioria delas era muito infeliz, mesmo as que tinham relógios digitais.

Um número cada vez maior de pessoas acreditava que havia sido um erro terrível da espécie descer das árvores. Algumas diziam que até mesmo subir nas árvores tinha sido uma péssima idéia, e que ninguém jamais deveria ter saído do mar.

E, então, uma quinta-feira, quase dois mil anos depois que um homem foi pregado num pedaço de madeira por ter dito que seria ótimo se as pessoas fossem legais umas com as outras para variar, uma garota, sozinha numa pequena lanchonete em Rickmansworth de repente compreendeu o que tinha dado errado todo esse tempo, e finalmente descobriu como o mundo poderia se tornar um lugar bom e feliz. Desta vez estava tudo certo, ia funcionar, e ninguém teria que ser pregado em coisa nenhuma.

Infelizmente, porém, antes que ela pudesse telefonar para alguém e contar sua descoberta, aconteceu uma catástrofe terrível e idiota, e a idéia perdeu-se para todo o sempre.

Esta não é a história dessa garota.

É a história daquela catástrofe terrível e idiota, e de algumas de suas conseqüências.

É também a história de um livro, chamado O Mochileiro das Galáxias – um livro que não é da Terra, jamais foi publicado na Terra e, até o dia em que ocorreu a terrível catástrofe, nenhum terráqueo jamais o tinha visto ou sequer ouvido falar dele.

Apesar disso, é um livro realmente extraordinário.

Na verdade, foi provavelmente o mais extraordinário dos livros publicados pelas grandes editoras de Ursa Menor – editoras das quais nenhum terráqueo jamais ouvira falar, também.

O livro é não apenas uma obra extraordinária como também um tremendo best-seller – mais popular que a Enciclopédia Celestial do Lar, mais vendido que Mais Cinqüenta e Três Coisas para se Fazer em Gravidade Zero, e mais polêmico que a colossal trilogia filosófica de Oolonn Colluphid, Onde Deus Errou, Mais Alguns Grandes Erros de Deus e Quem é Esse Tal de Deus Afinal?

Em muitas das civilizações mais tranqüilonas da Borda Oriental da Galáxia, O Mochileiro das Galáxias já substituiu a grande Enciclopédia Galáctica como repositório padrão de todo conhecimento e sabedoria, pois ainda que contenha muitas omissões e textos apócrifos, ou pelo menos terrivelmente incorretos, ele é superior à obra mais antiga e mais prosaica em dois aspectos importantes.

Em primeiro lugar, é ligeiramente mais barato; em segundo lugar, traz impressa na capa, em letras garrafais e amigáveis, a frase NÃO ENTRE EM PÂNICO.

Mas a história daquela quinta-feira terrível e idiota, a história de suas extraordinárias conseqüências, a história das interligações inextricáveis entre estas conseqüências e este livro extraordinário – tudo isso teve um começo muito simples.

Começou com uma casa.”

E aí, o que acharam? Esse foi o trecho que a Sextante utilizou em uns livretos que ela fez para promover o livro, mais ou menos na mesma época em que o filme estava sendo lançado aqui no Brasil. Realmente espero que tenham gostado, porque nesse trecho vemos alguns exemplos daquilo que Douglas Adams sabe fazer de maneira exímia: o entretenimento inteligente.

Vejam só que coisa singela, Arthur Dent procura o sentido da vida nas aventuras que um simples livro (O Guia) o proporciona. Que coisa, não?

Beijos, e até o próximo encontro!

O Guia do Mochileiro das Galáxias – A trilogia de 5 livros (Parte 2)

•06 maio, 2008 • Deixe um comentário

Na Parte 1, falamos sobre Orson Welles e a aterrorizante transmissão de rádio que fez em 1938, detalhando uma invasão alienígena.

E agora, continuando…

40 anos mais tarde, em 1978, estreava no rádio uma série, também focada no tema alienígena. Porém, desta vez, ao invés de inspirar terror na população, a série inspirava risos. A comédia de ficção científica se chamava “The Hitchhiker’s Guide to the Galaxy” (“O Guia do Mochileiro das Galáxias”), e desde sua estréia no rádio, há exatos 30 anos, ela já teve várias encarnações, nos mais diversos tipos de meios de comunicação: foram revistas em quadrinhos, jogos de computador, séries de televisão… Enfim, era Guia do Mochileiro das Galáxias para todos os gostos. A adaptação mais famosa (aqui no Brasil), porém, foi editada em formato de livro. Uma trilogia que, ao contrário das outras, teve 5 livros.

Narrando as hilárias aventuras do protagonista Arthur Dent nesse novo universo de pedir caronas interplanetárias, o enredo se apoiava também em vários outros personagens:

  • Ford Prefect: um dos autores que contribuía com o Guia. Ele estava na Terra com Dent no momento em que ela foi destruída (não estou estragando a surpresa de ninguém ao dizer isso, pois esse fato ocorre logo nos primeiros capítulos do primeiro livro);
  • Zaphod Beeblerox: um alienígena de duas cabeças que parece não ter bom senso em nenhuma delas;
  • Trillian: uma mulher terráquea, que costumava se chamar Tricia McMillan, e com quem Dent já havia esbarrado uma vez, antes da destruição da Terra;
  • Marvin: um robô em eterno estado de depressão. Pessimista e sarcástico, o copo não está nem meio-cheio nem meio-vazio para ele. Está mesmo é vazio. Sempre.

A premissa da história é a seguinte: Arthur Dent é um cara como qualquer outro. Acorda, vai até a porta de sua casa, pega o jornal e… vê um trator pronto para destruir sua casa. Ele fica desesperado, mas Ford Prefect o convence a sair para beber uma cervejinha com ele. Quando ele volta, vê sua casa destruída, mas Prefect o avisa que isso já não importa mais. Não importa mais porque em segundos a terra vai ser destruída, e tudo o que eles têm tempo para fazer é pegar uma toalha (artigo imprescindível na vida de um mochileiro das galáxias) e tentar pegar uma carona com alguma nave alienígena. E a partir daí a história se desenvolve, de tal maneira brilhante e viciante que quando você vê o fim do livro chegando, dá até vontade de parar de ler só para que ele não acabe.

À dita “trilogia” são atribuídos 5 livros pelo fato dos 3 primeiros serem, de fato, a saga de Arthur Dent pegando carona, se estrepando, e sendo sacaneado e ao mesmo tempo, salvo por Ford Prefect. De uma maneira um tanto quanto peculiar, pode-se dizer que a história compreendida em “O Guia do Mochileiro das Galáxias”, “O Restaurante no Fim do Universo” e “A Vida, o Universo e Tudo Mais” tem começo, meio e fim.

Já os dois últimos integrantes dessa curiosa trilogia, “Até Mais, e Obrigado pelos Peixes!” e “Praticamente Inofensiva” são uma espécie de adendo à já consagrada série. As histórias narradas nesses dois volumes se passam numa linha do tempo ligeiramente diferente daquela na qual os três primeiros livros são ambientados. Mas nem por isso o estilo sarcástico e suavemente ácido de Adams deixa de ser impecável! Eu os recomendo tanto quanto quaisquer outros livros da série!

E acho que é isso, espero que levem esse post em consideração da próxima vez que forem pegar um livro da prateleira, pois tenho certeza que não iriam se arrepender de fazer essa leitura!

Beijos, e até o próximo encontro!

O Guia do Mochileiro das Galáxias – A trilogia de 5 livros (Parte 1)

•04 maio, 2008 • Deixe um comentário

30 de Outubro de 1938. Véspera de Halloween.

Uma série de informes jornalísticos inunda a população de terror, com notícias de uma invasão alienígena na terra. Centenas, com medo, saíram de casa e tentaram fugir. Milhares certamente ficaram com um friozinho na barriga, e se esconderam dentro de casa mesmo.

Os informes, a princípio, eram plantões extraordinários, que relatavam irregularidades no clima de Nova York. Logo depois disso, foram observadas explosões em Marte. A programação do rádio parecia voltar ao normal, quando em um outro plantão extraordinário, os repórteres informavam a população de um meteorito que havia caído em Nova Jersey. Logo, o meteorito revelou-se como uma nave alienígena, portando marcianos que incineravam os curiosos ali presentes com raios de calor. Em seguida, liberaram um gás venenoso no ar, e começaram a se dirigir em direção a Nova York. Quando chegaram, um repórter da CBS começou a descrever a cena que via até que ele, também, não conseguiu resistir ao gás venenoso e morreu. Por fim, o rádio transmitiu a última mensagem de um operador de rádio amador, desesperado, que dizia “2X2L calling CQ … Isn’t there anyone on the air? Isn’t there anyone on the air? Isn’t there … anyone?” (“2X2L chamando todos os operadores nessa frequência… Tem alguém aí? Tem alguém aí? Tem… alguém?”).

Algum tempo depois do anúncio, um renomado professor de universidade, Professor Pierson, descreveu os devastadores efeitos que a invasão alienígena havia causado em Nova York. Quando todas as esperanças de salvação já estavam praticamente nulas, um milagre aconteceu, e os marcianos sucumbiram aos germes e bactérias da terra. A humanidade havia sido salva.

Esse foi o enredo da mais conhecida e mais polêmica transmissão de rádio já feita até hoje. Dirigida por Orson Welles, a transmissão foi um especial de Halloween chamado “The War of the Worlds” (“A Guerra dos Mundos”), baseado na obra de H. G. Wells, datada de 1898, de mesmo nome. Até hoje ela é considerada por muitos como a maior farsa da história (apesar da intenção original do diretor não ter sido essa), e muitos acreditam que houve, de fato, uma invasão alienígena que foi mascarada pelo governo (os criadores de Arquivo X fizeram até paródia do ocorrido em um dos episódios).

A história continua na Parte 2! ^^

Beijos, e até o próximo encontro!

Coral da Nintendo

•29 abril, 2008 • Deixe um comentário

Esse vídeo é bem velho e é muito provável que a maioria já tenha visto, mas estou postando mesmo assim a pedidos da minha irmã! ^^

Esse vídeo é de um coral que canta e encena as músicas dos jogos mais famosos da Nintendo. A lista das músicas, pra quem não conseguir se lembrar de todas elas, está no final do post.

A lista de músicas:

  1. Super Mario Bros. 3
  2. Dr. Mario Fever
  3. Hammer Bros.
  4. Star Power
  5. Tetris
  6. Mortal Kombat
  7. Underground (Super Mario Sunshine)
  8. Legend of Zelda

Pessoalmente, minhas partes preferidas são a do Tetris e a do Mortal Kombat!

Beijos, e até o próximo encontro!

Tributos com Quarteto de Cordas

•26 abril, 2008 • 1 Comentário

De acordo com o Wikcionário:

  • Tributo:

1. Homenagem;
2. Pagamento que os cidadãos fazem, compulsoriamente, ao estado
3. (Direito) (Brasil) Forma de arrecadação de dinheiro do estado, podendo ser um imposto, uma taxa, ou uma contribuição de melhoria.

E de acordo com o Wikipédia:

  • Quarteto de Cordas:

1. Combinação de instrumentos muito usada na música clássica. Consiste em dois violinos, uma viola e um violoncelo.

“Pra que essa baboseira?”, vocês perguntam. E eu respondo, olhem para a definição de “Quarteto de Cordas” e vocês verão que é algo comum na música clássica. Porém, nos últimos anos, os músicos têm cada vez mais procurado inspiração nos tempos atuais. E não deu outra! Atualmente já é possível encontrar inúmeros CDs dedicados exclusivamente a fazer tributos com quarteto de cordas a vários artistas e bandas que fazem sucesso hoje. Ainda que muitas pessoas não saibam, eles estão por aí, e com certeza são dignos do tempo que nós gastamos para ouví-los.

Sei que muitas pessoas não têm acesso a essas músicas (principalmente porque não sabem que essas músicas existem, acho :P), então resolvi postar aqui algumas delas. As músicas foram tiradas de diversos álbuns, homenageando diferentes artistas. Fiz uma seleção daquelas que acho que valem mais a pena baixar.

Vocês podem baixar todas em um só arquivo rar ou então uma por uma em formato mp3, a escolha é do freguês! 😀 Aí vai a lista:

Coldplay – Clocks
Dashboard Confessional – Saints And Sailors
Dashboard Confessional – Screaming Infidelities
Deftones – Change (In The House Of Flies)
Fall Out Boy – Sugar, We’re Goin’ Down
Foo Fighters – Everlong
Foo Fighters – Learn To Fly
Garbage – Only Happy When It Rains
Garbage – When I Grow Up
Good Charlotte – The Anthem
Nirvana – Come As You Are
Nirvana – Heart-Shaped Box
Simple Plan – I’d Do Anything
Simple Plan – Perfect
The Killers – Somebody Told Me
U2 – Beautiful Day
U2 – Stuck In A Moment You Can’t Get Out Of

Clique aqui para baixar todas as músicas

Beijos, e até o próximo encontro!

Phantasy Star

•20 abril, 2008 • 4 Comentários

No ano de 1988, foi lançada no ocidente a primeira parte de uma saga que para sempre marcaria a (então) gigante SEGA. O nome da saga? Phantasy Star! Irei falar muito brevemente sobre a série, mas vou também fornecer um link com todas as informações que você poderia imaginar e precisar a respeito dela!

Capa do cartucho de Master System, também conhecido como SMS

Phantasy Star I foi um lançamento para o console Master System que contava a odisséia de Alis para vingar a morte de seu irmão, injustamente e cruelmente assassinado por um rei tirano. 

Tela inicial de Phantasy Star I

Em 1989, a segunda parte foi lançada, desta vez para o console Mega Drive.

Capa do cartucho de Mega Drive, também conhecido como Genesis

Nesta nova encarnação, os jogadores eram apresentados a um mundo que estava longe, muito longe mesmo, de ser utópico.

Tela inicial de Phantasy Star II

 Em meados de 1991, chegou às prateleiras a terceira parte da saga, também para o Mega Drive.

Capa do cartucho de Mega Drive, também conhecido como Genesis

Nesta terceira parte, os roteiristas do jogo decidiram romper um pouco os laços com os jogos anteriores. Seguindo um enredo que se desenvolvia por três gerações diferentes, o jogo reservava surpresas para seus admiradores, a maior delas, talvez, no fim do jogo.

Tela inicial de Phantasy Star III

E por fim, foi lançado em 1994, também para o Mega Drive, o derradeiro capítulo final da saga (ou pelo menos, aquele que deveria encerrar de uma vez por todas os contos do universo de Phantasy Star, da maneira que os criadores originais haviam planejado.)

Capa do cartucho de Mega Drive, também conhecido como Genesis

Prometendo as desventuras de um herói que para sempre mudaria o curso da história do universo, Phantasy Star IV fechou com chave de ouro a série que deixaria muito marmanjo por aí com um profundo sentimento de saudosismo e nostalgia.

Tela inicial de Phantasy Star IV

Após o fim da saga no Master System e no Mega Drive, tirando proveito da popularidade da qual a série ainda desfrutava foram criados alguns outros jogos dentro deste universo. E agora vem o motivo real deste post! Um desses jogos da nossa era pós-Tec Toy foi o Phantasy Star Online. Mas não é dele exatamente que eu vou falar, e sim da oportunidade que ele deu a um outro jogo, num console completamente diferente dos originais. Entrando nessa onda de “revival” de Phantasy Star, foi lançado um cartucho, em 2003, para Game Boy Advance (GBA).

Capa do cartucho de Game Boy Advance

Apesar do cartucho não contar com os 4 títulos originais, ele contava com os três primeiros. E o melhor! Com o advento de um console portátil como o GBA, agora os marmanjos não precisavam mais sentar no meio-fio e chorar, eles podiam jogar Phantasy Star em qualquer lugar!

Tela inicial da coletânea de GBA

Então fica aqui minha homenagem a essa maravilhosa série! E o registro da extrema alegria que senti, há alguns dias, ao descobrir que existia esse cartucho pra GBA! E o meu agradecimento a tudo que é mais sagrado pelo meu querido Nintendo DS, e sua retrocompatibilidade com o GBA. Ah sim, e também meu agradecimento pelos flashcards Slot-2 para NDS, que permitem que eu baixe a rom dessa coletânea e jogue quando eu quiser, onde eu quiser!

Para tudo que você precisa saber (e até o que você não precisa também, lá tem tudo, é coisa de doido!) de Phantasy Star, esse aqui é O canal!!

Pra quem ficou curioso e quer saber qual é a da coletânea de GBA, pode clicar aqui.

E finalmente, deixo aqui as minhas experiências mais marcantes com o Phantasy Star I. Ficar rodando indefinidamente por aquelas dungeons horríveis azuis e verdes até eu ficar perdida e ficar com tanta raiva da porcaria do jogo que eu não conseguia olhar pra ele por uma semana! Mas mesmo assim, eu adorava o jogo!

E você, tem experiências parecidas com algum dos jogos da série? Comente!

Beijos, e até o próximo encontro!